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Testando as Tabelas 26 de fevereiro de 2006

Filed under: Sem categoria — patkovacs @ 17:03
 

 

 Sonhe, ainda que o sonho pareça impossível
Lute, ainda que o inimigo pareça invencível
Suporte a dor, ainda que pareça insuportável
Percorra por onde os bravos não ousam percorrer
Transforme o mal em bem, ainda que seja necessário
caminhar mil milhas

  

Ame o puro e o inocente, ainda que seja inexistente
Resista ainda que o corpo não resista
E, no final alcançará aquela estrela,
ainda que pareça inalcançável“
Amigo não se escolhe
É conquista… pura sintonia
Não tem importância se for nobre
Pobre, ou um mero vagabundo.

 

 

 

O coração escolhe o amor
Fazendo pulsar emoções
Fazendo sorrir… chorar…
Sonhar… e tantos outros verbos.

 

Tentar riscar num teclado
Os sabores de um amor
É filosofar sobre alguém
No mundo, ligado por idéias
E não por vaidade…

 
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Carnaval

Filed under: Sem categoria — patkovacs @ 15:05

 

 Queria testar umas coisinhas que aprendi no Space Cantinho Solitário, então como no momento não tenho nenhuma idéia do que postar de cunho pessoal, vou postar algo sobre o Carnaval dentro da visão Espírita.

 No ano de 2003, eu perguntei a um Mentor Espiritual o que ele dizia sobre o Carnaval… Ele simplesmente disse: "É o Umbral no Plano Material"… É quando todo o tipo de Espiritos Inferiores e Trevosos, veêm pra vampirizar…. Veja este artigo que peguei aqui mesmo no Site… Segue Link abaixo e também o texto…

Em pauta – a triste festa
Maria Helena Marcon

Fevereiro é o mês do carnaval, que se constitui em uma série de folguedos populares, promovidos habitualmente nos três dias que antecedem o início da quaresma.

Em torno do mesmo centro de interesse – o disfarce, a dança, o canto e o gozo de certas liberdades de comunicação humana, inexistentes ou muito refreadas durante o resto do ano – a folia carnavalesca se apresenta com características distintas nos diferentes lugares em que se popularizou, vindo da Itália, especialmente de Roma, o modelo mais famoso.

De origem obscura, o mais provável é que se assente em raízes de festividades primitivas, de caráter religioso, em honra à volta da primavera. Mais concretamente, é possível se localizem suas origens em celebrações da Antigüidade, de caráter orgíaco, a exemplo das "bacanalia" da Grécia, festa em honra ao deus Dionísio.

Contudo, antes disso, os trácios se entregavam aos prazeres coletivos, como quase todos os povos antigos. E, em Roma, vamos encontrar estas festas como "saturnalia", quando se imolava uma vítima humana. Era uma festa de infeliz caráter pagão.

No Antigo Testamento, encontramos referências no Livro de Ester, especialmente no capítulo IX, que descreve como, graças à intervenção da rainha Ester junto ao rei Assuero os judeus acabam por massacrar os seus inimigos, atividade que durou dois dias inteiros, 13 e 14 do mês de Adar, cessando no dia quinze. Por essa razão, se estabeleceu que se solenizasse a data com banquetes e regozijos, conforme se lê no versículo 19: "Os Judeus, porém, que habitavam nas cidades sem muros e nas aldeias, destinaram o dia catorze do mês de Adar para banquetes e regozijos, de modo que neste dia fazem grandes divertimentos, e mandam uns aos outros alguma coisa dos seus banquetes e iguarias."

A data ficou assinalada como dias de Furim, isto é, das sortes, referindo-se ao Fur, a sorte que fora lançada e da qual eles, os Judeus, haviam saído vitoriosos.

Na Idade Média , já era aceito o Carnaval com naturalidade, configurando o enlouquecimento lícito uma vez por ano. As relações dos carnavalescos com a Igreja não foram cordiais, tendo se pronunciado doutores e Papas contra os tantos desregramentos da festividade. Contudo, o que prevaleceu foi uma atitude geral de tolerância, ficando inclusive por conta da Igreja a fixação da data do período momesco. O carnaval antecede a Quaresma, finalizando-se num dia de penitência, com a tristeza das cinzas.

A festa tem vestígios bárbaros e do primitivismo reinantes ainda na terra. No Brasil colonial e monárquico a forma mais generalizada de brincar o carnaval era o entrudo português.

Consistia em atirar contra as pessoas, não apenas água, mas provisões de pós ou cal. Mais tarde, água perfumada com limões, vinagre, groselha ou vinho. O objetivo sempre era sujar o passante desprevenido. Como se vê, uma brincadeira perigosa e grosseira.

A morte definitiva do entrudo se deu com o aparecimento do confete, a serpentina e o lança-perfume.

O que se observa nestes três dias de loucura, em que a carne nada vale, é o afloramento das paixões.

Observam-se foliões que se afadigam por longos meses na confecção das fantasias. Tudo para viver a psicosfera da ilusão. Perseguem vitórias vazias que esperam alcançar nestes dias. Diversos se mostram exaustos, física e emocionalmente. Alguns recorrem a fortes estimulantes para o instante definitivo do desfile. Consomem tempo e dinheiro, que poderiam ser aplicados na manutenção da vida e salvação de muitas vidas.

Mergulham em um fantástico mundo de sonhos. Anseiam por dar autenticidade a cada gesto, a toda atitude. Usando vestimentas de reis e rainhas, nobres e conquistadores, personagens de contos, artistas, fariam inveja a todos a quem copiam. Isso se as vestes e as coroas, os cetros, os mantos e as posturas não fossem todos falsos, exatamente como falsas são as expressões e vitórias que ostentam.

Diversos desses foliões nem se dão conta que poderão estar a representar a própria personalidade de vidas passadas.

Uma grande perda de tempo, pois de um modo geral conquistadores, reis, rainhas e generais que foram, se ainda permanecem na terra, é porque naquelas vidas faliram. E faliram feio.

Em toda essa festa de loucura, que deixa marcas profundas, pergunta-se se será mesmo manifestação de alegria, de descontração.

Que alegria é esta que exige fantasias, embriaguez e toda sorte de desregramentos para se manifestar?

Por isso, face às graves conseqüências do carnaval e suas origens de orgia e loucura, reflexionemos na exortação do espírito Thereza de Brito: "Numa sociedade em que a vida familiar tem sido tão difícil, tão escassa, por que não aproveitar os dias carnavalescos para conviverem bem mais juntos, seja no lar, num sítio arborizado, nas paisagens refazentes do mar ou da montanha, estreitando os vínculos do carinho, prestando atenção a tantos lances importantes da vida dos nossos queridos, antes inobservados?

Não se permitam poluir, pais terrestres, e lutem por preservar os seus filhos dessa ilusão passageira.

O imediatismo de Momo, os gozos das folias, as alegrias do carnaval tudo isso se desvanecerá, como todo fogo fátuo, e deixará os que neles se locupletaram nas valas da frustração e do arrependimento, mais cedo ou mais tarde.

Vocês, pai e mãe, atentos à nobre tarefa de educar seus rebentos, envolvam-nos com seu amor e sua assistência para que eles amadureçam assim, e a harmonia atinja mais rapidamente os arraiais do mundo, transformando as paixões inferiores em prazer renovador e são."

Fontes:
Nas fronteiras da loucura – Divaldo P. Franco/Manoel P. de Miranda – cap. 6 e 15.
Vereda familiar – J. Raul Teixeira/Thereza de Brito – cap. 14.
Enciclopédia Mirador Internacional, volume 5 – verbete: Carnaval
(Jornal Mundo Espírita de Fevereiro de 2001)

http://www.espirito.org.br/portal/artigos/mundo-espirita/em-pauta-a-triste-festa.html

Exótica Arregimentação (Benjamin Teixeira)
pelo espírito Roberto.

Sentei-me para psicografar a mensagem do dia para este sítio eletrônico, e o espírito Roberto, com ar sério, embora um tanto descontraído, sentou-se ao meu lado.

Gostaria que visse a “cara” da Eugênia, quando nos pusemos em busca do sinal de “Nosso Lar” (*1) em nossos sistemas de comunicação, em atendimento ao serviço de arregimentação de força-tarefa adicional para atividades para-médicas espirituais do Carnaval deste ano. Andrômeda (*2) recebeu um chamado de lá, e todos os enfermeiros espirituais na ativa foram obrigados a se alistar, para avaliação e possível convocação para atuação provisória na “Cidade Maravilhosa”. Como Salvador já está com os contingentes de vigilância médico-espiritual completos, providenciados por “Alvorada Nova” (*3), em função do expressivo fluxo de visitantes à cidade neste período festivo, foram disponibilizadas mais algumas comissões de “profissionais” da saúde de nosso plano de existência, para a antiga capital da República, que fica em polvorosa por este tempo, com turistas moralmente desgovernados do mundo inteiro, e que realmente anda com dificuldades consideráveis para agrupar gente suficiente de nossa dimensão para os socorros indispensáveis aos encarnados em desatino.

Como assim? – não sei se entendi.

Ela pensou que eu fosse ficar em Aracaju, por esta época, para os serviços domingueiros do projeto, principalmente, e os trabalhos de busca e prestação de auxílio a entidades sofredoras relacionados a freqüentadores das palestras públicas do Espaço Emes (*4). Bem, o fato é que me alistei, embora tenha sido dispensado, apesar de ser enfermeiro experiente nesta ordem de serviço. Na pré-carnavalesca sergipana (*5), sou sempre convocado e ajo com presteza, esquecendo-me aqui um pouco da modéstia para revelar-lho. Contudo… mesmo sendo excelente servidor nesta especialidade… dispensaram-me…

Os dados me parecem ainda incompletos. Por que Eugênia “fez uma cara”? – que “cara” é esta? E por que você foi dispensado?

Previamente cônscia do que se passava no antigo Estado da Guanabara e antevendo tais movimentos extraordinários de evocação de socorro, a grande mestra já havia despachado petição para minha manutenção no Nordeste, a fim de que pudéssemos operar mais no período carnavalesco, em outras funções de resgate espiritual. E, no entanto, a situação está tão crítica no Rio, que as Autoridades Espirituais precisaram fazer seleção de “reservistas-enfermeiros” e “reservistas-médicos” ou auxiliares de enfermagem, fisioterapeutas e psicólogos de todo o país (entre outros “profissionais” da área de socorro psico-físico que não têm, por ora, correspondentes no plano físico), com ou sem atividades previstas para esta fase do ano. A “cara” foi de surpresa e digo-o pelo meu prazer de desforra masculina por a mentora maior se ver em apuros com minha possível ausência no período pré-estipulado para as caravanas de resgate a sofredores no umbral (*6). Sou sempre muito útil, nestas ocasiões, dirigindo equipes de socorristas, e não funcionando como um mero socorrista (wow!, como sou vaidoso!) A influência dela, respeitável no plano maior de vida, é claro, todavia, manteve-me por aqui.

Ainda não compreendi esta sua satisfação, o porquê desta tal “desforra masculina”.

Benjamin!… Esquece-se de que muitos de nós homens abominamos a liderança feminina, ainda quando se trata de uma alma de escol como Eugênia? Obviamente que este meu prazer de “vindita íntima” foi sutil e que a sábia Eugênia, em verdade, só fez uma expressão suave de surpresa e não uma carantonha de perplexidade como eu fiz crer, nesta minha fala provocativa. Quero chamar a atenção exatamente para isto: muitos homens não se sentem à vontade com a condução de competentes chefas, enquanto, na realidade, os homens são muito melhores em execução do que em liderança, na mesma medida em que mulheres são muito mais aptas a gerir massas humanas, abarcando, com suas mentes expansivas e multidimensionais, as necessidades e talentos de todos, bem como seus pontos fracos, sem perder de mente o foco nos resultados e a missão da organização.

Tudo bem. Mais algo a dizer?

Creio que isto seja o bastante, não? Que avaliemos as pessoas não por sexo ou por sua preferência sexual, por sua raça ou por sua definição religiosa e política, muito menos por origem étnica ou cultural. Que valorizemos cada criatura na posição evolutiva em que se encontre, por seus valores intrínsecos e não por suas manifestações exteriores, porque, em verdade, tudo se expressa pela essência e não pela aparência.

(Diálogo travado na madrugada de 7 de fevereiro de 2006.)

(*1) Cidade astral sobre a capital fluminense.
(*2) Cidade do plano espiritual superior que fica sobre o Estado de Sergipe.
(*3) Cidade astral que fica sobre Salvador.
(*4) Casa de show da capital sergipana, onde realizamos nossas palestras públicas nos domingos, às 19 h e 30 min.
(*5) Pré-Caju.
(*6) Regiões do plano extra-físico de vida que equivaleriam ao “purgatório” católico.

 

Fonte: http://www.ecomercial.net/~espirito/forum/viewtopic.php?t=1493 

 

Barbárvore 25 de fevereiro de 2006

Filed under: Sem categoria — patkovacs @ 19:50
 
Meu livro do momento é o maravilhoso Senhor dos Anéis, a obra completa com… 1.200 páginas! Quer por extenso? Mil e duzentas páginas! Até agora só alcancei 500, mas…
Creio que SDA dispensa apresentações, mas depois de ler todo o livro, farei uma resenha sobre ele. Por ora apenas quero postar aqui uma canção (dentre muitas que povoam o livro, baseado na literatura da Idade Média) de uma das partes que mais gostei até então. Trata-se do capítulo "Barbárvore", do Livro III da parte As Duas Torres. Talvez por este capítulo tratar de Ents e sobre árvores e florestas, foi o que mais me agradou até agora, e Barbárvore, o mais antigo Ent da Floresta de Fangorn, se tornou o meu personagem preferido, dentre todos.
 
 
(Ent)
Se a Primavera enfolha a faia e a seiva os galhos banha,
Se a luz se espelha no regato e há vento na montanha,
Se o passo é largo, duro o esforço e frio corta o ar
Volta pra mim! Volta pra mim! Diz que é belo este lugar!
 
(Entesposa)
Se a Primavera ao campo chega e o trigo está na espiga,
Se a branca a flor qual neve brilha e no pomar se abriga,
Se a chuva e sol por sobre a terra perfume há no ar,
Eu fico aqui, não volto, é belo meu lugar.
 
(Ent)
Se for Verão por sobre a terra e à tarde a luz dourada
Mil sonhos verdes derramar nas fohas enlaçadas;
Se verde e fresco for o bosque e o vento for bem-vindo,
Volta pra mim! Volta pra mim! Diz que aqui é tudo mais lindo!
 
(Entesposa)
Se for Verão e no calor a fruta escurecer,
Se a palha é seca, e a espiga branca na hora de colher;
Se pinga o mel, cresce a maçã ao vento que é bem-vindo,
Eu fico aqui, à luz do sol, pois isso é bem mais lindo!
 
(Ent)
Se for Inverno, o duro Inverno que mata o campo Cinvade,
Se a noite escura o dia sem sol devora sem piedade,
Se o Vento Leste for mortal, então na chuva fria
Vou procurar-te, vou chamar-te, eu volto nesse dia.
 
(Entesposa)
Se for Inverno sem canções, se a treva enfim vier,
Quebrando já o inútil galho, se a luz já não houver,
Vou procurar-te e esperar-te, até seguir um dia
Contigo pela estrada afora sob a chuva fria!
 
(Ambos)
E junto para o oeste vamos no encaminhar
E longe, longe encontramos onde descansar.
 
 
 

Apagando velinha…

Filed under: Sem categoria — patkovacs @ 18:40
 
1 ANO!
Dia 21 deste mesmo mês de Fevereiro, faz Um Ano em que retornei ao lar depois de um longo exílio de quatro anos, que foram quatro anos de sonhos e esperanças desfeitas, de dificuldades enfrentadas, entre outras coisas menos agradáveis que estas e poucas realmente muito boas e agradáveis – pois nem tudo foi ruim ou perdido.
Em 23 de Fevereiro de 2005 comecei como Assistente de Restauração pela Acanto Arquitetura. Ali é que retornei ao meu crescimento interior, pois não havia mais vendas nos olhos ou grilhoes nos pés. Eu havia saido de um período de ostracismo, onde tudo em mim foi trancado ou anestesiado. Pela primeira vez resolvi buscar algo pensando exatamente apenas em mim mesma, pois a situação em que eu estava – desesperada por não conseguir emprego, por não ter vida ativa, por minha mente estar parada, enfim… estava como numa prisão sem muros!
Então, numa noite abafada de janeiro passado, enquanto caminhava pelo calçadão com o Ex, bateu aquele desespero, de alguém que quer andar mas está entrevado, então conjurei uma mudança (raras vezes senti uma sensação de energia como essa e das outras vezes coisas também aconteceram…) e a mudança foi operada! Em torno de uma semana depois recebi um telefonema me convidando para trabalhar e isso significava voltar pro Rio, e voltar pra casa!
Então uma nova fase da minha vida se iniciou!
Passei a ter uma atividade remunerada voltada para a arte, voltei a conhecer pessoas, voltei a visitar lugares que tanto gostava, como o CCBB, conheci novos lugares…
Mas a mudança foi completa mesmo.
E no momento em que eu buscava fortalecer minha auto-estima, onde buscava o encontro comigo mesma e que necessitava de todo apoio que podia ter daqueles que me eram muito caros ou, melgor dizendo, daquele que me era muito querido, que tomei a primeira de muitas rasteiras, que me desequilibraram e me fizeram sofrer amargamente, onde resquícios dessa dor ainda perduram até hoje…
Mas, enfim, todo crescimento tem sua dose de dor e sofrimento. E a dor e o sofrimento não é nada se comparado ao que se ganha com o que vem depois.
Mesmo que ao invés de apoio eu tivesse tido traições e mentiras, o valor de meu reencontro, da minha redescoberta da Fé, de meu início de caminhada na Doutrina, valeu todo o sacrifício de até então.
 
 
 
Um boa novidade. No dia 14 iniciei no meu novo emprego, e desta vez registrado, tudo bonitinho, de carteira assinada! Finalmente conseguir entrar pra Associação São Vicente de Paulo e estou lá trabalhando na nova Casa das irmãs idosas. É um prédio com 4 pavimentos e quase 50 suites individuais. dotado ainda de consultórios e sala de fisioterapia, mui chic! Por enquanto estou sozinha lá, trabalhando na limpeza do prédio (é, um serviço duuuuro e pesadoooo!). O cargo é Auxiliar de Serviços Gerais e o salário é o mínimo permitido por Lei (mas se pudessem, bem que pagariam menos ahuahuahuahuahu!!!), mas suponho que não ficarei por essa função por muito tempo, creio até a inauguração da Casa, por conta da primeira conversa que tive com a Segunda Madre. Mas era essa a vaga disponível no momento e como eu também estava disponível… o negócio é estar lá dentro e isso já foi feito!
A inauguração está prevista para 15 de março, então lá pelos meados de março e abril ainda algumas coisas mudarão…
 
 
As boas forças ocultas continuam se operando e por mais que tentem me derrubar, de novo me desiquilibrar, vai ficar mais difícil, pois as bases estão se firmando, aos poucos, mas estão se firmando.
E para tudo requer sacrifícios. A Fé sem obras é morta! Não tente se aproximar, pode até me perturbar momentâneamente, mas meus Protetores estão sempre por perto e agora, que não estou mais cega e tenho o conhecimento, tenho me mantido viligilante o máximo possível (embora dar umas vaciladas de vez em quando, mas…)
 
 
 
 
 

Falando sobre Recomeçar 5 de fevereiro de 2006

Filed under: Sem categoria — patkovacs @ 0:15

Trackback do Blog Cigana & Poesias

Citação

Recomeçar

Recomeçar 

Não importa onde você parou…
em que momento da vida você cansou…

o que importa é que sempre é possível e
necessário "Recomeçar".
Recomeçar é dar uma nova chance a si mesmo…
é renovar as esperanças na vida e o mais importante…
acreditar em você de novo.
Sofreu muito nesse período?
foi aprendizado…
Chorou muito?
foi limpeza da alma…
Ficou com raiva das pessoas?
foi para perdoá-las um dia…
Sentiu-se só por diversas vezes?
é porque fechaste a porta até para os anjos…
Acreditou que tudo estava perdido?
era o início da tua melhora…
Pois é…agora é hora de reiniciar…de pensar na luz…
de encontrar prazer nas coisas simples de novo.
Que tal
Um corte de cabelo arrojado…diferente?
Um novo curso…ou aquele velho desejo de aprender a
pintar…desenhar…dominar o computador…
ou qualquer outra coisa…
Olha quanto desafio…quanta coisa nova nesse mundão de meu Deus te
esperando.
Tá se sentindo sozinho?
besteira…tem tanta gente que você afastou com o
seu "período de isolamento"…
tem tanta gente esperando apenas um sorriso teu
para "chegar" perto de você.
Quando nos trancamos na tristeza…
nem nós mesmos nos suportamos…
ficamos horríveis…
o mal humor vai comendo nosso fígado…
até a boca fica amarga.
Recomeçar…hoje é um
bom dia para começar novos
desafios.
Onde você quer chegar?
 ir alto…
sonhe alto…
 queira o
melhor do melhor…
 queira coisas boas para a vida…
 pensando assim
trazemos prá nós aquilo que desejamos…
 se pensamos pequeno…
coisas pequenas teremos…
já se desejarmos fortemente o melhor e principalmente
lutarmos pelo melhor…
o melhor vai se instalar na nossa vida.
E é hoje o dia da faxina mental…
joga fora tudo que te prende ao passado…
 ao mundinho
de coisas tristes…
fotos…
peças de roupa, papel de bala…
ingressos de
cinema, bilhetes de viagens…
 e toda aquela tranqueira que guardamos
quando nos julgamos apaixonados…
jogue tudo fora…
 mas principalmente…
 esvazie seu coração…
 fique pronto para a vida…
 para um novo amor…
Lembre-se somos apaixonáveis…
 somos sempre capazes de amar muitas e muitas vezes…
 afinal de contas… Nós somos o "Amor"…
" Porque sou do tamanho daquilo que vejo, e não do
tamanho da minha altura."

 Carlos Drumond de Andrade

O que quero é isso, é recomeçar!

Agora estando muito melhor do que já fui!

Foi instintivo, mas esse texto de Drummond veio muito a calhar… faltam poucos minutos, mas hoje faz 2 meses da minha alforria \o/

Foi difícil, foi doloroso e ainda estou em processo de recomposição, mas passaria por isso novamente se fosse preciso para ter o que tenho hoje.

Nada mais me anula. Nada mais me embaraça e me impede de crescer. Não estou mais sob o jugo de um ser egoísta e completamente insenssível ao que não lhe dizia diretamente respeito.

Mas, acabô! E GRAÇAS A DEUS!!

E ao meu amado Protetor, que, no meu momento de desespero, há mais de 6 meses atrás, me consolou dizendo que aquilo era um mal que viria para o meu bem! E com certeza foi uma provação. Não passei com boa nota, mas creio ter passado.

:::: Venha, meu coração esta com pressa, Quando a esperança está dispersa, Só a verdade me liberta, Chega de maldade e ilusão, Venha, o amor tem sempre a porta aberta, E vem chegando a primavera, Nosso futuro recomeça: Venha, que o que vem é perfeição… ::::

Meu coração está pronto para receber só a quem merece entrar. Não há mais o que temer.

 

 

 

Andando & Quicando 22 de janeiro de 2006

Filed under: Sem categoria — patkovacs @ 15:40

 

 

 

ANDA, CAMINHA, NÃO PODE PARAR!

 

Quarta feira na Praia Grande 12 de janeiro de 2006

Filed under: Sem categoria — patkovacs @ 6:01
PRAIA GRANDE
MANGARATIBA – RJ
 
 
 
Pra quem disse que ‘nunca mais poderia ir à praia’, o dia de ontem, quarta-feira 11 de janeiro, provou o contrário.
Tem um álbum de fotos exclusivo de Praia Grande e outras fotos ainda vão entrar lá.
Por que sempre acho que se as coisas deixaram de ser, jamais tornarão a ser novamente? Achando que por não poder mais ir à Região dos Lagos, não poderia mais ir à nenhuma praia (pois sozinha é que não vou mesmo!)…
Bem, mas ae pintou o convite da minha tia Maria, mãe da Suzenne (foto acima, à direita), ae fomos nós: Maria, Suzenne, o pai Ideir e o namorado João. Ficamos lá o dia inteiro. De cor de cadáver agora estou cor de camarão (mesmo!) quer que eu levante a blusa pra mostrar a marca branca do biquine circunscrita por um vermelho intenso? XDDDD
Aaah! Quero ir de novo!!!