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Evangelização Infantil 12 de março de 2006

Filed under: Espiritismo — patkovacs @ 21:14

 

 

 

  Evangelização

Infantil

 

Ontem, sábado, dia 11, foi meu segundo dia com a Evangelização Infantil no GPELA.

Ainda penso o que estou fazendo naquele lugar.

Tô indo porque estão me mandando ir, e é aquela manda quem pode, obedece quem tem juízo.

Jacob, meu Amigo da Onça, que agora tem um nome de verdade, aliás nome e sobrenome (Antônio Jacob) – e espero que eu esteja conseguindo mudar as atitudes dele em relação a mim.. como não dá para se livrar de um inimigo espiritual, então o melhor que este se torne um amigo. Apenas sei que alguém aqui ter se irritado com aquele ‘Terceiro’ que pensa que pode me obsediar, vigiando minha vida através do Space, deixando suas mensagens hipócritas e vazias, mas não respondendo a coisas sérias, que me preocupam… A você apenas digo que Alguém aqui tem ficado irritado e não sei quem é… Snake tem se aborrecido, mas há Alguém muito menos gentil que não está tão preocupado assim com uma rápida ascenção moral.

Bem…

Eles existem. Sinto e ouço intimamente.

Se estou enlouquecendo, não será nenhuma novidade para mim e para os outros.

Se é algo além que é parte de minha expiação em que busco minha redenção pelos meus erros ou faz parte de alguma missão que desconheço ou que ainda não se apresentou inteiramente a mim, então já é uma nova história.

Voltando a Evangelização…

Como me disseram, enquanto se evangeliza, também se é evangelizado. É vergonhoso ver que pirralhos de 10 anos saibam muito mais do que eu, melhor dizendo, sabem o que não sei, mas não posso me ater a isso. Seria injusto comigo e uma estupidez. Pois talvez as agruras que passei até hoje possam ser vista, algum dia, como grandes prêmios que vieram para me acelerar em minha evolução.

Se eu devo e tenho que pagar, não posso dizer, apenas suspeitar. Se pelo que passei nos últimos 30 anos já compensaram meus erros, também não posso dizer. Mas algo Snake me disse: que pela Justiça eu deveria saldar minhas dívidas passadas, mas isso não dá a ninguém o direito de ser juiz e carrasco do devedor; a mesma situação que veio me libertar de minha dívida, trouxe dívidas a serem pagas pelo causador da má situação.

Então, isso significa que eu não perdi nada além de alguma parcela de minha dívida, mas desnecessariamente o Terceiro adquiriu dívidas que terão de ser saldadas, não importa o bem que acha que pratica. Nada fica sem correção.

Snake, Isaac (que não são as mesmas pessoas!), Jacob e agora Lolly… aos poucos estou conhecendo meus Amigos Espirituais, embora nem todos se simpatizem comigo XD

Mas, para finalizar, espero que eu consiga me adaptar a tal Evangelização. Mais uma vez me deixaram sozinha com aquelas criaturas perigosas, ainda bem que elas ficaram bastante entretidas tentando fazer uma maquete da Casa. E ontem faltaram 2 evangelizados, e vieram mais dois, então a conta que deveria ser de 6, ficou em 4 novamente.

Mas me sinto um peixe fora dágua. Tô indo porque estão mandando! Mas minha vontade não é essa não. Isso é muito esquisito.

Espero algum dia encontrar alguém para conversar cara a cara sobre essas coisas esquisitas. Pois somente cara a cara poderei ter certeza se estão me falando sinceramente ou se estão tirando uma com a minha cara :S

 

 

Bons Pensamentos

Filed under: Espiritismo — patkovacs @ 8:31
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Os maus pensamentos intoxicam a alma. Atraem o pessimismo e as presenças doentias dos Espíritos perturbados e maus. Mantém a tua mente presa às idéias positivas, iluminativas, aos programas de enobrecimento, de cuja conduta te advém o bem-estar íntimo e a alegria de viver. O que pensares com insistência, hoje ou mais tarde se concretizará. Os fatos se corporificam, de início, no campo mental, para depois se tornarem realidade no corpo físico. Pensa no bem e banha-te com a luz do amor.
Joanna de Ângelis/Divaldo Franco
 

 

O Livro dos Espíritos 18 de dezembro de 2005

Filed under: Espiritismo — patkovacs @ 18:09
Parte Quarta – Das Esperanças E Consolações
Capítulo I – Das Penas E Gozos Terrestres
 
Decepções. Ingratidões. Afeições destruídas.
 
937. Para o homem de coração, as decepções oriundas da ingratidão e da fragilidade dos laços da amizade não são também uma fonte de amargura?
 
"São; porém, deveis lastimar os ingratos e os infiéis; serão muito mais infelizes do que vós. A ingratidão é filha do egoísmo e o egoísta topará mais tarde com corações insensíveis, como o seu próprio o foi. Lembrai-vos de todos os que hão feito mais bem do que vós, que valeram muito mais do que vós e que tiveram por paga a ingratidão. Lembrai-vos de que o próprio Jesus foi, quando no mundo, injuriado e menosprezado, tratado de velhaco e impostor, e não vos admireis de que o mesmo vos suceda. Seja o bem que houverdes feito a vossa recompensa na Terra e não atenteis no que dizem os que hão recebido os vossos benefícios. A ingratidão é uma prova para a vossa perseverança na prática do bem; ser-vos-á levado em conta e os que forem ingratos serão tanto mais punidos, quanto maior lhes tenha sido a ingratidão."
 
 
 
938 a. Mas, isso não impede que se lhe ulcere o coração. Ora, daí não poderá nascer-lhe a idéia de que seria mais feliz se fosse menos sensível?
 
"Pode, se preferir a felicidade do egoísta. Triste felicidade essa! Saiba, pois, que os amigos ingratos que o abandonam não são dignos de sua amizade e que se enganou a respeito deles. Assim sendo, não há de que lamentar tê-los perdido. Mais tarde achará outros, que saberão compreendê-lo melhor. Lastimai os que usam para convosco de um procedimento que não tenhais merecido, pois bem triste se lhes apresentará o reverso da medalha. Não vos aflijais, porém, com isso: será o meio de vos colocardes acima deles."
 
 
 
 
Uniões antipáticas
 
939. Uma vez que os Espíritos simpáticos são induzidos a unir-se, como é que, entre os encarnados, frequentemente só de um lado há afeição e que o mais sincero amor se vê acolhido com indiferença e, até, com repulsão? Como é, além disso, que a mais viva afeição de dois seres pode mudar-se em antipatia e mesmo em ódio?
 
"Não compreendes então que isso constitui uma punição, se bem que passageira? Depois, quantos não são os que acreditam amar perdidamente, porque apenas julgam pelas aparências e que, obrigados a viver com as pessoas amadas, não tardam a reconhecer que só experimentaram um encantamento material! Não basta uma pessoa estar enamorada de outra que lhe agrada e em quem supõe belas qualidades. Vivendo realmente com ela é que poderá apreciá-la. Tanto assim que, em muitas uniões, que a princípio parecem destinadas a nunca ser simpáticas, acabam os que as constituíram, depois de se haverem estudado bem e de bem conhecerem, por votar-se reciprocamente, duradouro e terno amor, porque assente com estima! Cumpre não se esqueça de que é o Espírito que ama e não o corpo, de sorte que, dissipada a ilusão material, o Espírito vê a realidade.
Duas espécies há de afeição: a do corpo e a da alma, acontecendo com frequencia tomar-se uma pela outra. Quando pura e simpática, a afeição da alma é duradoura; efêmera a do corpo. Daí vem que, muitas vezes, os que julgavam amar-se com eterno amor passam a odiar-se, desde que a ilusão se desfaça.