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Carnaval 26 de fevereiro de 2006

Filed under: Sem categoria — patkovacs @ 15:05

 

 Queria testar umas coisinhas que aprendi no Space Cantinho Solitário, então como no momento não tenho nenhuma idéia do que postar de cunho pessoal, vou postar algo sobre o Carnaval dentro da visão Espírita.

 No ano de 2003, eu perguntei a um Mentor Espiritual o que ele dizia sobre o Carnaval… Ele simplesmente disse: "É o Umbral no Plano Material"… É quando todo o tipo de Espiritos Inferiores e Trevosos, veêm pra vampirizar…. Veja este artigo que peguei aqui mesmo no Site… Segue Link abaixo e também o texto…

Em pauta – a triste festa
Maria Helena Marcon

Fevereiro é o mês do carnaval, que se constitui em uma série de folguedos populares, promovidos habitualmente nos três dias que antecedem o início da quaresma.

Em torno do mesmo centro de interesse – o disfarce, a dança, o canto e o gozo de certas liberdades de comunicação humana, inexistentes ou muito refreadas durante o resto do ano – a folia carnavalesca se apresenta com características distintas nos diferentes lugares em que se popularizou, vindo da Itália, especialmente de Roma, o modelo mais famoso.

De origem obscura, o mais provável é que se assente em raízes de festividades primitivas, de caráter religioso, em honra à volta da primavera. Mais concretamente, é possível se localizem suas origens em celebrações da Antigüidade, de caráter orgíaco, a exemplo das "bacanalia" da Grécia, festa em honra ao deus Dionísio.

Contudo, antes disso, os trácios se entregavam aos prazeres coletivos, como quase todos os povos antigos. E, em Roma, vamos encontrar estas festas como "saturnalia", quando se imolava uma vítima humana. Era uma festa de infeliz caráter pagão.

No Antigo Testamento, encontramos referências no Livro de Ester, especialmente no capítulo IX, que descreve como, graças à intervenção da rainha Ester junto ao rei Assuero os judeus acabam por massacrar os seus inimigos, atividade que durou dois dias inteiros, 13 e 14 do mês de Adar, cessando no dia quinze. Por essa razão, se estabeleceu que se solenizasse a data com banquetes e regozijos, conforme se lê no versículo 19: "Os Judeus, porém, que habitavam nas cidades sem muros e nas aldeias, destinaram o dia catorze do mês de Adar para banquetes e regozijos, de modo que neste dia fazem grandes divertimentos, e mandam uns aos outros alguma coisa dos seus banquetes e iguarias."

A data ficou assinalada como dias de Furim, isto é, das sortes, referindo-se ao Fur, a sorte que fora lançada e da qual eles, os Judeus, haviam saído vitoriosos.

Na Idade Média , já era aceito o Carnaval com naturalidade, configurando o enlouquecimento lícito uma vez por ano. As relações dos carnavalescos com a Igreja não foram cordiais, tendo se pronunciado doutores e Papas contra os tantos desregramentos da festividade. Contudo, o que prevaleceu foi uma atitude geral de tolerância, ficando inclusive por conta da Igreja a fixação da data do período momesco. O carnaval antecede a Quaresma, finalizando-se num dia de penitência, com a tristeza das cinzas.

A festa tem vestígios bárbaros e do primitivismo reinantes ainda na terra. No Brasil colonial e monárquico a forma mais generalizada de brincar o carnaval era o entrudo português.

Consistia em atirar contra as pessoas, não apenas água, mas provisões de pós ou cal. Mais tarde, água perfumada com limões, vinagre, groselha ou vinho. O objetivo sempre era sujar o passante desprevenido. Como se vê, uma brincadeira perigosa e grosseira.

A morte definitiva do entrudo se deu com o aparecimento do confete, a serpentina e o lança-perfume.

O que se observa nestes três dias de loucura, em que a carne nada vale, é o afloramento das paixões.

Observam-se foliões que se afadigam por longos meses na confecção das fantasias. Tudo para viver a psicosfera da ilusão. Perseguem vitórias vazias que esperam alcançar nestes dias. Diversos se mostram exaustos, física e emocionalmente. Alguns recorrem a fortes estimulantes para o instante definitivo do desfile. Consomem tempo e dinheiro, que poderiam ser aplicados na manutenção da vida e salvação de muitas vidas.

Mergulham em um fantástico mundo de sonhos. Anseiam por dar autenticidade a cada gesto, a toda atitude. Usando vestimentas de reis e rainhas, nobres e conquistadores, personagens de contos, artistas, fariam inveja a todos a quem copiam. Isso se as vestes e as coroas, os cetros, os mantos e as posturas não fossem todos falsos, exatamente como falsas são as expressões e vitórias que ostentam.

Diversos desses foliões nem se dão conta que poderão estar a representar a própria personalidade de vidas passadas.

Uma grande perda de tempo, pois de um modo geral conquistadores, reis, rainhas e generais que foram, se ainda permanecem na terra, é porque naquelas vidas faliram. E faliram feio.

Em toda essa festa de loucura, que deixa marcas profundas, pergunta-se se será mesmo manifestação de alegria, de descontração.

Que alegria é esta que exige fantasias, embriaguez e toda sorte de desregramentos para se manifestar?

Por isso, face às graves conseqüências do carnaval e suas origens de orgia e loucura, reflexionemos na exortação do espírito Thereza de Brito: "Numa sociedade em que a vida familiar tem sido tão difícil, tão escassa, por que não aproveitar os dias carnavalescos para conviverem bem mais juntos, seja no lar, num sítio arborizado, nas paisagens refazentes do mar ou da montanha, estreitando os vínculos do carinho, prestando atenção a tantos lances importantes da vida dos nossos queridos, antes inobservados?

Não se permitam poluir, pais terrestres, e lutem por preservar os seus filhos dessa ilusão passageira.

O imediatismo de Momo, os gozos das folias, as alegrias do carnaval tudo isso se desvanecerá, como todo fogo fátuo, e deixará os que neles se locupletaram nas valas da frustração e do arrependimento, mais cedo ou mais tarde.

Vocês, pai e mãe, atentos à nobre tarefa de educar seus rebentos, envolvam-nos com seu amor e sua assistência para que eles amadureçam assim, e a harmonia atinja mais rapidamente os arraiais do mundo, transformando as paixões inferiores em prazer renovador e são."

Fontes:
Nas fronteiras da loucura – Divaldo P. Franco/Manoel P. de Miranda – cap. 6 e 15.
Vereda familiar – J. Raul Teixeira/Thereza de Brito – cap. 14.
Enciclopédia Mirador Internacional, volume 5 – verbete: Carnaval
(Jornal Mundo Espírita de Fevereiro de 2001)

http://www.espirito.org.br/portal/artigos/mundo-espirita/em-pauta-a-triste-festa.html

Exótica Arregimentação (Benjamin Teixeira)
pelo espírito Roberto.

Sentei-me para psicografar a mensagem do dia para este sítio eletrônico, e o espírito Roberto, com ar sério, embora um tanto descontraído, sentou-se ao meu lado.

Gostaria que visse a “cara” da Eugênia, quando nos pusemos em busca do sinal de “Nosso Lar” (*1) em nossos sistemas de comunicação, em atendimento ao serviço de arregimentação de força-tarefa adicional para atividades para-médicas espirituais do Carnaval deste ano. Andrômeda (*2) recebeu um chamado de lá, e todos os enfermeiros espirituais na ativa foram obrigados a se alistar, para avaliação e possível convocação para atuação provisória na “Cidade Maravilhosa”. Como Salvador já está com os contingentes de vigilância médico-espiritual completos, providenciados por “Alvorada Nova” (*3), em função do expressivo fluxo de visitantes à cidade neste período festivo, foram disponibilizadas mais algumas comissões de “profissionais” da saúde de nosso plano de existência, para a antiga capital da República, que fica em polvorosa por este tempo, com turistas moralmente desgovernados do mundo inteiro, e que realmente anda com dificuldades consideráveis para agrupar gente suficiente de nossa dimensão para os socorros indispensáveis aos encarnados em desatino.

Como assim? – não sei se entendi.

Ela pensou que eu fosse ficar em Aracaju, por esta época, para os serviços domingueiros do projeto, principalmente, e os trabalhos de busca e prestação de auxílio a entidades sofredoras relacionados a freqüentadores das palestras públicas do Espaço Emes (*4). Bem, o fato é que me alistei, embora tenha sido dispensado, apesar de ser enfermeiro experiente nesta ordem de serviço. Na pré-carnavalesca sergipana (*5), sou sempre convocado e ajo com presteza, esquecendo-me aqui um pouco da modéstia para revelar-lho. Contudo… mesmo sendo excelente servidor nesta especialidade… dispensaram-me…

Os dados me parecem ainda incompletos. Por que Eugênia “fez uma cara”? – que “cara” é esta? E por que você foi dispensado?

Previamente cônscia do que se passava no antigo Estado da Guanabara e antevendo tais movimentos extraordinários de evocação de socorro, a grande mestra já havia despachado petição para minha manutenção no Nordeste, a fim de que pudéssemos operar mais no período carnavalesco, em outras funções de resgate espiritual. E, no entanto, a situação está tão crítica no Rio, que as Autoridades Espirituais precisaram fazer seleção de “reservistas-enfermeiros” e “reservistas-médicos” ou auxiliares de enfermagem, fisioterapeutas e psicólogos de todo o país (entre outros “profissionais” da área de socorro psico-físico que não têm, por ora, correspondentes no plano físico), com ou sem atividades previstas para esta fase do ano. A “cara” foi de surpresa e digo-o pelo meu prazer de desforra masculina por a mentora maior se ver em apuros com minha possível ausência no período pré-estipulado para as caravanas de resgate a sofredores no umbral (*6). Sou sempre muito útil, nestas ocasiões, dirigindo equipes de socorristas, e não funcionando como um mero socorrista (wow!, como sou vaidoso!) A influência dela, respeitável no plano maior de vida, é claro, todavia, manteve-me por aqui.

Ainda não compreendi esta sua satisfação, o porquê desta tal “desforra masculina”.

Benjamin!… Esquece-se de que muitos de nós homens abominamos a liderança feminina, ainda quando se trata de uma alma de escol como Eugênia? Obviamente que este meu prazer de “vindita íntima” foi sutil e que a sábia Eugênia, em verdade, só fez uma expressão suave de surpresa e não uma carantonha de perplexidade como eu fiz crer, nesta minha fala provocativa. Quero chamar a atenção exatamente para isto: muitos homens não se sentem à vontade com a condução de competentes chefas, enquanto, na realidade, os homens são muito melhores em execução do que em liderança, na mesma medida em que mulheres são muito mais aptas a gerir massas humanas, abarcando, com suas mentes expansivas e multidimensionais, as necessidades e talentos de todos, bem como seus pontos fracos, sem perder de mente o foco nos resultados e a missão da organização.

Tudo bem. Mais algo a dizer?

Creio que isto seja o bastante, não? Que avaliemos as pessoas não por sexo ou por sua preferência sexual, por sua raça ou por sua definição religiosa e política, muito menos por origem étnica ou cultural. Que valorizemos cada criatura na posição evolutiva em que se encontre, por seus valores intrínsecos e não por suas manifestações exteriores, porque, em verdade, tudo se expressa pela essência e não pela aparência.

(Diálogo travado na madrugada de 7 de fevereiro de 2006.)

(*1) Cidade astral sobre a capital fluminense.
(*2) Cidade do plano espiritual superior que fica sobre o Estado de Sergipe.
(*3) Cidade astral que fica sobre Salvador.
(*4) Casa de show da capital sergipana, onde realizamos nossas palestras públicas nos domingos, às 19 h e 30 min.
(*5) Pré-Caju.
(*6) Regiões do plano extra-físico de vida que equivaleriam ao “purgatório” católico.

 

Fonte: http://www.ecomercial.net/~espirito/forum/viewtopic.php?t=1493 

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