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Só mais um site WordPress.com

Inutilidade Pública 28 de fevereiro de 2006

Filed under: Computadores e a Internet — patkovacs @ 19:19
 
 
Como passei esse último dia de Carnaval em casa, porque simplesmente não tenho ninguém com quem sair, ninguém me ligou convidando para nada, ninguém lembra da minha existência  então passei o dia fuçando nessa internet chata que às vezes enche o saco… então achei alguns sites de comprovada inutilidade pública, mas tem lá sua dose de interessante…
 
Começa por aqui, um verdadeiro portal de links inúteis. Mas selecionei alguns sites mais interessantes. Pra quem tem banda larga, dá pra fazer a festa, pq esse site disponibiliza vídeos, quebra-cabeças, jogos, fotos, etc, etc.
 
Não tão inútil assim… o Google agora hospeda home pages e oferece até 100mb de espaço.
 
O nome já diz tudo… placas e mais placas espalhadas pelo Brasil, com pérolas do português e tudo mais.
 
Faça seu avatar no estilo dos Simpsons!
 
Desde a aparição de Michael na mídia em 79 até a mais atual, onde ele virou um mutante. As imagens dele mais recente dão até medo! Cuidado com pesadelos!!
 
Pra nós que gostamos disso… (¬_¬)’
 
Só bichinho fofinhuuus!! Não resisti e tive que pôr uma imagenzinha aqui ^^
 
 
 
 
Sabe aquela brincadeira de fazer formas com as mãos? Os caras desse site não apenas fazem isso como também o fazem com belas pinturas artísticas nas mãos.
 
Sweet Child O’Mine do Guns n’ Roses cantada por Silvio Santos… duvida? Então assista o vídeo, ahuahuahu!
 
Imagens de Paris vistas à noite. Já que não dá pra viajar até lá…
 
Fotos de cães vestidos de… abelha!
 
Pinturas feitas nas calçadas… o realismo é impressionante!
Os caras são muito fooodaaas!!
 
 
Gatinhos dentro de pias… Vale por sempre ser cute ^^
 
Artes onde o tema principal é… chicletes \o/ woooow
E ainda tem o gumart maker \o/\o/\o/~
     
Tem uns trabalhinhos bem doidos mas legais!
 
Mais fotos de gatinho cutes!
 
Mais fotos de gatos, agora dando uma de ninjas!
É cada foto incrível! Gatos realmente RIEM da lei da gravidade!
 
 
Um avatar maker no estilo de South Park.
 
Uma espécie de avatar maker onde sua foto vai parar num post de procurado do Velho Oeste.
 
Fotos de evoluções em fumaças. Muito bonito!
 
 
Um comics maker, onde vocÊ cria sua própria história em quadrinhos com seus heróis favoritos – e detona esse babacas de uma vez!
 
Chega, né?
Cansei!
Até a próxima postagem, que não sei quando será, talvez no próximo findi…
 
 
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Fim de Festa \o/

Filed under: Sem categoria — patkovacs @ 8:31
 

 

Acho que esse foi o Carnaval mais silencioso que já presenciei... Somente no primeiro dia que deu pra ouvir alguma coisa vindo lá da Mocidade, fora isso...
Que bom! Poderia ter Carnaval durante os 365 dias do ano! A rua está vazia, uma paz! Toda a corja está lá pela região de Cabo Frio. Deveriam ficar por lá pra sempre!

Mas o dia só está começando e volto mais tarde pra postar outra coisa qualquer. Tenho que aproveitar os dois logotipos que criei pro Carnaval, porque eles não serão usados mais depois de hoje.

Ontem não deu pra postar nada, afinal não era feriado e não contava como horário livre pra usar a net. E ontem, ainda por cima, fui pro trampo  as ruas desertas, o trem saindo de 1h em 1h mas cheio, pois nem todos somos vagabaus matando serviço ou dispensados

Mais tarde volto...

 

  

Carnaval é isso aqui! Não essa deploração humana que vemos por aqui

 

Testando as Tabelas 26 de fevereiro de 2006

Filed under: Sem categoria — patkovacs @ 17:03
 

 

 Sonhe, ainda que o sonho pareça impossível
Lute, ainda que o inimigo pareça invencível
Suporte a dor, ainda que pareça insuportável
Percorra por onde os bravos não ousam percorrer
Transforme o mal em bem, ainda que seja necessário
caminhar mil milhas

  

Ame o puro e o inocente, ainda que seja inexistente
Resista ainda que o corpo não resista
E, no final alcançará aquela estrela,
ainda que pareça inalcançável“
Amigo não se escolhe
É conquista… pura sintonia
Não tem importância se for nobre
Pobre, ou um mero vagabundo.

 

 

 

O coração escolhe o amor
Fazendo pulsar emoções
Fazendo sorrir… chorar…
Sonhar… e tantos outros verbos.

 

Tentar riscar num teclado
Os sabores de um amor
É filosofar sobre alguém
No mundo, ligado por idéias
E não por vaidade…

 
 

Carnaval

Filed under: Sem categoria — patkovacs @ 15:05

 

 Queria testar umas coisinhas que aprendi no Space Cantinho Solitário, então como no momento não tenho nenhuma idéia do que postar de cunho pessoal, vou postar algo sobre o Carnaval dentro da visão Espírita.

 No ano de 2003, eu perguntei a um Mentor Espiritual o que ele dizia sobre o Carnaval… Ele simplesmente disse: "É o Umbral no Plano Material"… É quando todo o tipo de Espiritos Inferiores e Trevosos, veêm pra vampirizar…. Veja este artigo que peguei aqui mesmo no Site… Segue Link abaixo e também o texto…

Em pauta – a triste festa
Maria Helena Marcon

Fevereiro é o mês do carnaval, que se constitui em uma série de folguedos populares, promovidos habitualmente nos três dias que antecedem o início da quaresma.

Em torno do mesmo centro de interesse – o disfarce, a dança, o canto e o gozo de certas liberdades de comunicação humana, inexistentes ou muito refreadas durante o resto do ano – a folia carnavalesca se apresenta com características distintas nos diferentes lugares em que se popularizou, vindo da Itália, especialmente de Roma, o modelo mais famoso.

De origem obscura, o mais provável é que se assente em raízes de festividades primitivas, de caráter religioso, em honra à volta da primavera. Mais concretamente, é possível se localizem suas origens em celebrações da Antigüidade, de caráter orgíaco, a exemplo das "bacanalia" da Grécia, festa em honra ao deus Dionísio.

Contudo, antes disso, os trácios se entregavam aos prazeres coletivos, como quase todos os povos antigos. E, em Roma, vamos encontrar estas festas como "saturnalia", quando se imolava uma vítima humana. Era uma festa de infeliz caráter pagão.

No Antigo Testamento, encontramos referências no Livro de Ester, especialmente no capítulo IX, que descreve como, graças à intervenção da rainha Ester junto ao rei Assuero os judeus acabam por massacrar os seus inimigos, atividade que durou dois dias inteiros, 13 e 14 do mês de Adar, cessando no dia quinze. Por essa razão, se estabeleceu que se solenizasse a data com banquetes e regozijos, conforme se lê no versículo 19: "Os Judeus, porém, que habitavam nas cidades sem muros e nas aldeias, destinaram o dia catorze do mês de Adar para banquetes e regozijos, de modo que neste dia fazem grandes divertimentos, e mandam uns aos outros alguma coisa dos seus banquetes e iguarias."

A data ficou assinalada como dias de Furim, isto é, das sortes, referindo-se ao Fur, a sorte que fora lançada e da qual eles, os Judeus, haviam saído vitoriosos.

Na Idade Média , já era aceito o Carnaval com naturalidade, configurando o enlouquecimento lícito uma vez por ano. As relações dos carnavalescos com a Igreja não foram cordiais, tendo se pronunciado doutores e Papas contra os tantos desregramentos da festividade. Contudo, o que prevaleceu foi uma atitude geral de tolerância, ficando inclusive por conta da Igreja a fixação da data do período momesco. O carnaval antecede a Quaresma, finalizando-se num dia de penitência, com a tristeza das cinzas.

A festa tem vestígios bárbaros e do primitivismo reinantes ainda na terra. No Brasil colonial e monárquico a forma mais generalizada de brincar o carnaval era o entrudo português.

Consistia em atirar contra as pessoas, não apenas água, mas provisões de pós ou cal. Mais tarde, água perfumada com limões, vinagre, groselha ou vinho. O objetivo sempre era sujar o passante desprevenido. Como se vê, uma brincadeira perigosa e grosseira.

A morte definitiva do entrudo se deu com o aparecimento do confete, a serpentina e o lança-perfume.

O que se observa nestes três dias de loucura, em que a carne nada vale, é o afloramento das paixões.

Observam-se foliões que se afadigam por longos meses na confecção das fantasias. Tudo para viver a psicosfera da ilusão. Perseguem vitórias vazias que esperam alcançar nestes dias. Diversos se mostram exaustos, física e emocionalmente. Alguns recorrem a fortes estimulantes para o instante definitivo do desfile. Consomem tempo e dinheiro, que poderiam ser aplicados na manutenção da vida e salvação de muitas vidas.

Mergulham em um fantástico mundo de sonhos. Anseiam por dar autenticidade a cada gesto, a toda atitude. Usando vestimentas de reis e rainhas, nobres e conquistadores, personagens de contos, artistas, fariam inveja a todos a quem copiam. Isso se as vestes e as coroas, os cetros, os mantos e as posturas não fossem todos falsos, exatamente como falsas são as expressões e vitórias que ostentam.

Diversos desses foliões nem se dão conta que poderão estar a representar a própria personalidade de vidas passadas.

Uma grande perda de tempo, pois de um modo geral conquistadores, reis, rainhas e generais que foram, se ainda permanecem na terra, é porque naquelas vidas faliram. E faliram feio.

Em toda essa festa de loucura, que deixa marcas profundas, pergunta-se se será mesmo manifestação de alegria, de descontração.

Que alegria é esta que exige fantasias, embriaguez e toda sorte de desregramentos para se manifestar?

Por isso, face às graves conseqüências do carnaval e suas origens de orgia e loucura, reflexionemos na exortação do espírito Thereza de Brito: "Numa sociedade em que a vida familiar tem sido tão difícil, tão escassa, por que não aproveitar os dias carnavalescos para conviverem bem mais juntos, seja no lar, num sítio arborizado, nas paisagens refazentes do mar ou da montanha, estreitando os vínculos do carinho, prestando atenção a tantos lances importantes da vida dos nossos queridos, antes inobservados?

Não se permitam poluir, pais terrestres, e lutem por preservar os seus filhos dessa ilusão passageira.

O imediatismo de Momo, os gozos das folias, as alegrias do carnaval tudo isso se desvanecerá, como todo fogo fátuo, e deixará os que neles se locupletaram nas valas da frustração e do arrependimento, mais cedo ou mais tarde.

Vocês, pai e mãe, atentos à nobre tarefa de educar seus rebentos, envolvam-nos com seu amor e sua assistência para que eles amadureçam assim, e a harmonia atinja mais rapidamente os arraiais do mundo, transformando as paixões inferiores em prazer renovador e são."

Fontes:
Nas fronteiras da loucura – Divaldo P. Franco/Manoel P. de Miranda – cap. 6 e 15.
Vereda familiar – J. Raul Teixeira/Thereza de Brito – cap. 14.
Enciclopédia Mirador Internacional, volume 5 – verbete: Carnaval
(Jornal Mundo Espírita de Fevereiro de 2001)

http://www.espirito.org.br/portal/artigos/mundo-espirita/em-pauta-a-triste-festa.html

Exótica Arregimentação (Benjamin Teixeira)
pelo espírito Roberto.

Sentei-me para psicografar a mensagem do dia para este sítio eletrônico, e o espírito Roberto, com ar sério, embora um tanto descontraído, sentou-se ao meu lado.

Gostaria que visse a “cara” da Eugênia, quando nos pusemos em busca do sinal de “Nosso Lar” (*1) em nossos sistemas de comunicação, em atendimento ao serviço de arregimentação de força-tarefa adicional para atividades para-médicas espirituais do Carnaval deste ano. Andrômeda (*2) recebeu um chamado de lá, e todos os enfermeiros espirituais na ativa foram obrigados a se alistar, para avaliação e possível convocação para atuação provisória na “Cidade Maravilhosa”. Como Salvador já está com os contingentes de vigilância médico-espiritual completos, providenciados por “Alvorada Nova” (*3), em função do expressivo fluxo de visitantes à cidade neste período festivo, foram disponibilizadas mais algumas comissões de “profissionais” da saúde de nosso plano de existência, para a antiga capital da República, que fica em polvorosa por este tempo, com turistas moralmente desgovernados do mundo inteiro, e que realmente anda com dificuldades consideráveis para agrupar gente suficiente de nossa dimensão para os socorros indispensáveis aos encarnados em desatino.

Como assim? – não sei se entendi.

Ela pensou que eu fosse ficar em Aracaju, por esta época, para os serviços domingueiros do projeto, principalmente, e os trabalhos de busca e prestação de auxílio a entidades sofredoras relacionados a freqüentadores das palestras públicas do Espaço Emes (*4). Bem, o fato é que me alistei, embora tenha sido dispensado, apesar de ser enfermeiro experiente nesta ordem de serviço. Na pré-carnavalesca sergipana (*5), sou sempre convocado e ajo com presteza, esquecendo-me aqui um pouco da modéstia para revelar-lho. Contudo… mesmo sendo excelente servidor nesta especialidade… dispensaram-me…

Os dados me parecem ainda incompletos. Por que Eugênia “fez uma cara”? – que “cara” é esta? E por que você foi dispensado?

Previamente cônscia do que se passava no antigo Estado da Guanabara e antevendo tais movimentos extraordinários de evocação de socorro, a grande mestra já havia despachado petição para minha manutenção no Nordeste, a fim de que pudéssemos operar mais no período carnavalesco, em outras funções de resgate espiritual. E, no entanto, a situação está tão crítica no Rio, que as Autoridades Espirituais precisaram fazer seleção de “reservistas-enfermeiros” e “reservistas-médicos” ou auxiliares de enfermagem, fisioterapeutas e psicólogos de todo o país (entre outros “profissionais” da área de socorro psico-físico que não têm, por ora, correspondentes no plano físico), com ou sem atividades previstas para esta fase do ano. A “cara” foi de surpresa e digo-o pelo meu prazer de desforra masculina por a mentora maior se ver em apuros com minha possível ausência no período pré-estipulado para as caravanas de resgate a sofredores no umbral (*6). Sou sempre muito útil, nestas ocasiões, dirigindo equipes de socorristas, e não funcionando como um mero socorrista (wow!, como sou vaidoso!) A influência dela, respeitável no plano maior de vida, é claro, todavia, manteve-me por aqui.

Ainda não compreendi esta sua satisfação, o porquê desta tal “desforra masculina”.

Benjamin!… Esquece-se de que muitos de nós homens abominamos a liderança feminina, ainda quando se trata de uma alma de escol como Eugênia? Obviamente que este meu prazer de “vindita íntima” foi sutil e que a sábia Eugênia, em verdade, só fez uma expressão suave de surpresa e não uma carantonha de perplexidade como eu fiz crer, nesta minha fala provocativa. Quero chamar a atenção exatamente para isto: muitos homens não se sentem à vontade com a condução de competentes chefas, enquanto, na realidade, os homens são muito melhores em execução do que em liderança, na mesma medida em que mulheres são muito mais aptas a gerir massas humanas, abarcando, com suas mentes expansivas e multidimensionais, as necessidades e talentos de todos, bem como seus pontos fracos, sem perder de mente o foco nos resultados e a missão da organização.

Tudo bem. Mais algo a dizer?

Creio que isto seja o bastante, não? Que avaliemos as pessoas não por sexo ou por sua preferência sexual, por sua raça ou por sua definição religiosa e política, muito menos por origem étnica ou cultural. Que valorizemos cada criatura na posição evolutiva em que se encontre, por seus valores intrínsecos e não por suas manifestações exteriores, porque, em verdade, tudo se expressa pela essência e não pela aparência.

(Diálogo travado na madrugada de 7 de fevereiro de 2006.)

(*1) Cidade astral sobre a capital fluminense.
(*2) Cidade do plano espiritual superior que fica sobre o Estado de Sergipe.
(*3) Cidade astral que fica sobre Salvador.
(*4) Casa de show da capital sergipana, onde realizamos nossas palestras públicas nos domingos, às 19 h e 30 min.
(*5) Pré-Caju.
(*6) Regiões do plano extra-físico de vida que equivaleriam ao “purgatório” católico.

 

Fonte: http://www.ecomercial.net/~espirito/forum/viewtopic.php?t=1493 

 

Barbárvore 25 de fevereiro de 2006

Filed under: Sem categoria — patkovacs @ 19:50
 
Meu livro do momento é o maravilhoso Senhor dos Anéis, a obra completa com… 1.200 páginas! Quer por extenso? Mil e duzentas páginas! Até agora só alcancei 500, mas…
Creio que SDA dispensa apresentações, mas depois de ler todo o livro, farei uma resenha sobre ele. Por ora apenas quero postar aqui uma canção (dentre muitas que povoam o livro, baseado na literatura da Idade Média) de uma das partes que mais gostei até então. Trata-se do capítulo "Barbárvore", do Livro III da parte As Duas Torres. Talvez por este capítulo tratar de Ents e sobre árvores e florestas, foi o que mais me agradou até agora, e Barbárvore, o mais antigo Ent da Floresta de Fangorn, se tornou o meu personagem preferido, dentre todos.
 
 
(Ent)
Se a Primavera enfolha a faia e a seiva os galhos banha,
Se a luz se espelha no regato e há vento na montanha,
Se o passo é largo, duro o esforço e frio corta o ar
Volta pra mim! Volta pra mim! Diz que é belo este lugar!
 
(Entesposa)
Se a Primavera ao campo chega e o trigo está na espiga,
Se a branca a flor qual neve brilha e no pomar se abriga,
Se a chuva e sol por sobre a terra perfume há no ar,
Eu fico aqui, não volto, é belo meu lugar.
 
(Ent)
Se for Verão por sobre a terra e à tarde a luz dourada
Mil sonhos verdes derramar nas fohas enlaçadas;
Se verde e fresco for o bosque e o vento for bem-vindo,
Volta pra mim! Volta pra mim! Diz que aqui é tudo mais lindo!
 
(Entesposa)
Se for Verão e no calor a fruta escurecer,
Se a palha é seca, e a espiga branca na hora de colher;
Se pinga o mel, cresce a maçã ao vento que é bem-vindo,
Eu fico aqui, à luz do sol, pois isso é bem mais lindo!
 
(Ent)
Se for Inverno, o duro Inverno que mata o campo Cinvade,
Se a noite escura o dia sem sol devora sem piedade,
Se o Vento Leste for mortal, então na chuva fria
Vou procurar-te, vou chamar-te, eu volto nesse dia.
 
(Entesposa)
Se for Inverno sem canções, se a treva enfim vier,
Quebrando já o inútil galho, se a luz já não houver,
Vou procurar-te e esperar-te, até seguir um dia
Contigo pela estrada afora sob a chuva fria!
 
(Ambos)
E junto para o oeste vamos no encaminhar
E longe, longe encontramos onde descansar.
 
 
 

Apagando velinha…

Filed under: Sem categoria — patkovacs @ 18:40
 
1 ANO!
Dia 21 deste mesmo mês de Fevereiro, faz Um Ano em que retornei ao lar depois de um longo exílio de quatro anos, que foram quatro anos de sonhos e esperanças desfeitas, de dificuldades enfrentadas, entre outras coisas menos agradáveis que estas e poucas realmente muito boas e agradáveis – pois nem tudo foi ruim ou perdido.
Em 23 de Fevereiro de 2005 comecei como Assistente de Restauração pela Acanto Arquitetura. Ali é que retornei ao meu crescimento interior, pois não havia mais vendas nos olhos ou grilhoes nos pés. Eu havia saido de um período de ostracismo, onde tudo em mim foi trancado ou anestesiado. Pela primeira vez resolvi buscar algo pensando exatamente apenas em mim mesma, pois a situação em que eu estava – desesperada por não conseguir emprego, por não ter vida ativa, por minha mente estar parada, enfim… estava como numa prisão sem muros!
Então, numa noite abafada de janeiro passado, enquanto caminhava pelo calçadão com o Ex, bateu aquele desespero, de alguém que quer andar mas está entrevado, então conjurei uma mudança (raras vezes senti uma sensação de energia como essa e das outras vezes coisas também aconteceram…) e a mudança foi operada! Em torno de uma semana depois recebi um telefonema me convidando para trabalhar e isso significava voltar pro Rio, e voltar pra casa!
Então uma nova fase da minha vida se iniciou!
Passei a ter uma atividade remunerada voltada para a arte, voltei a conhecer pessoas, voltei a visitar lugares que tanto gostava, como o CCBB, conheci novos lugares…
Mas a mudança foi completa mesmo.
E no momento em que eu buscava fortalecer minha auto-estima, onde buscava o encontro comigo mesma e que necessitava de todo apoio que podia ter daqueles que me eram muito caros ou, melgor dizendo, daquele que me era muito querido, que tomei a primeira de muitas rasteiras, que me desequilibraram e me fizeram sofrer amargamente, onde resquícios dessa dor ainda perduram até hoje…
Mas, enfim, todo crescimento tem sua dose de dor e sofrimento. E a dor e o sofrimento não é nada se comparado ao que se ganha com o que vem depois.
Mesmo que ao invés de apoio eu tivesse tido traições e mentiras, o valor de meu reencontro, da minha redescoberta da Fé, de meu início de caminhada na Doutrina, valeu todo o sacrifício de até então.
 
 
 
Um boa novidade. No dia 14 iniciei no meu novo emprego, e desta vez registrado, tudo bonitinho, de carteira assinada! Finalmente conseguir entrar pra Associação São Vicente de Paulo e estou lá trabalhando na nova Casa das irmãs idosas. É um prédio com 4 pavimentos e quase 50 suites individuais. dotado ainda de consultórios e sala de fisioterapia, mui chic! Por enquanto estou sozinha lá, trabalhando na limpeza do prédio (é, um serviço duuuuro e pesadoooo!). O cargo é Auxiliar de Serviços Gerais e o salário é o mínimo permitido por Lei (mas se pudessem, bem que pagariam menos ahuahuahuahuahu!!!), mas suponho que não ficarei por essa função por muito tempo, creio até a inauguração da Casa, por conta da primeira conversa que tive com a Segunda Madre. Mas era essa a vaga disponível no momento e como eu também estava disponível… o negócio é estar lá dentro e isso já foi feito!
A inauguração está prevista para 15 de março, então lá pelos meados de março e abril ainda algumas coisas mudarão…
 
 
As boas forças ocultas continuam se operando e por mais que tentem me derrubar, de novo me desiquilibrar, vai ficar mais difícil, pois as bases estão se firmando, aos poucos, mas estão se firmando.
E para tudo requer sacrifícios. A Fé sem obras é morta! Não tente se aproximar, pode até me perturbar momentâneamente, mas meus Protetores estão sempre por perto e agora, que não estou mais cega e tenho o conhecimento, tenho me mantido viligilante o máximo possível (embora dar umas vaciladas de vez em quando, mas…)
 
 
 
 
 

Dia de São Valentim 14 de fevereiro de 2006

Filed under: Comemorações — patkovacs @ 0:57

 É costume nosso dizer que o Brasil a tudo copia o que vem de fora.

Mas o que é bom tem mais é que ser copiado mesmo!

E acho uma lástima que uma data tão legal, como a data de hoje, 14 de Fevereiro, Dia de São Valentim, não seja uma dessas datas comemorativas copiadas do que vem de fora. De fato, segundo a "História", essa data foi adaptada para o dia 12 de Junho, véspera de Santo Antônio, mas para alavancar as vendas nesse mês de baixa. E por aqui, uma coisa com contexto tão bacana, acaba não passando, desde o início, de mais uma desculpa esfarrapada para o comércio lucrar alguns, como acontece nos dias das mães, pais, crianças, Natal…

Eu espero que consigam instituir a St Valentin’s Day aqui no Brasil, como já estão tentando com o Halloween (que se você for estudar a História, vai muito mais além de festas de carnaval fora de época).

Ainda não é uma tradição nossa por aqui, mas mesmo assim desejo a todos um belo Dia de São Valentim!

E, como manda a Tradição, troque com a pessoa que você ama (não é necessariamente namorado/a, mas qualquer pessoa que você ame!) Chocolates em forma de coração.

E se eu fizer parte da sua lista de pessoas amadas, quero o meu chocolate ainda hoje!

Mas para quem fica, o meu presente são dois bilhetinhos que montei em Photoshop. O primeiro vai agora, o último vai lá embaixo. Pode colocar no seu blog à vontade!

 

 

Histórico
As comemorações dos Dias dos Namorados possuem várias explicações, baseada na tradição cristã, romana e pagã.


A tradição Cristã – O Valentines’s Day

A Igreja Católica reconhece três santos com o nome de Valentim, mas o santo dos namorados parece ter vivido no Século III, em Roma, onde os casais celebram seu dia, em 14 de fevereiro.
O Dia dos Namorados Valentines’s Day , foi criado em homenagem ao Padre Valentine, que era um padre em Roma, quando o cristinanismo era uma religião nova. O imperador nesse tempo, Claudius II requisitou que os soldados romanos não se casassem. Claudius acreditou que, como homens casados, seus soldados iriam permancer em casa com suas famílias ao invés de lutar nas guerras. Valentine foi contra o decreto do imperador e casava secretamente os jovens. Quando descoberto, o padre foi preso. Ainda na prisão, Valentine casava os jovens que conseguiam burlar a guarda e por isso foi julgado e condenado à morte, por decapitação. Valentine foi decapitado em 14 de fevereiro e sua morte foi anunciada aos romanos em 15 de fevereiro, no mesmo dia do feriado romano de Lupercalia. Após sua morte, Valentine foi nomeado santo pela Igreja Católica, que criava forças na época. Quando Roma se tornou totalmente Cristã, os padres mudaram o feriado do dia 15 de fevereiro para o dia 14, em honra ao Padre Valentine, no lugar do deus romano Lupercus. A tradição romana. O dia dos namorados provavelmente origina-se da festa romana antiga de Lupercalia. Nos últimos dias de Roma, os lobos ferozes vagavam próximos às casas de um vilarejo. Após a perda de várias crianças, vítimas dos lobos, os romanos pediram a um de seus deuses, Lupercus, para manter os lobos afastados. Ao longo de vários anos, a vila foi protegida do ataque dos animais, por isso, um festival era oferecido para a honra de Lupercus e comemorado no dia 15 de fevereiro (o calendário romano, coincidia aproximadamente com o início da Primavera). Vale a pena lembrar que o calendário era diferente naquele tempo, ainda não era contado como nos dias de hoje.
Na véspera do dia 15, eram colocados em recipientes pedaços de papel com o nome das moças romanas. Cada rapaz retirava um nome, e essa moça seria a sua namorada durante o festival (ou, eventualmente, durante o ano que se seguia).

A tradição pagã
Há também, quem defenda que o costume de enviar mensagens amorosas neste dia não tem qualquer ligação com o santo, datando da Idade Média, fala-se que o dia 14 de Fevereiro, coincidia com o princípio da época de acasalamento das aves.

A Origem do Dia dos Namorados no Brasil
No Brasil comemoramos o Valentine’s Day como dia dos Namorados, no dia 12 de junho. Com esse slogan, “Não é só de beijos que se prova o amor.", o publicitário João Dória instituía no Brasil o Dia dos Namorados. Na época ele era presidente da Standart Propaganda, responsável pela campanha publicitária da loja Exposição Clíper – uma das mais modernas da década de 40. A comemoração era inspirada no Valentine’s Day (Dia de São Valentim) norte-americano, mas os comerciantes paulistanos propuseram um ajuste no calendário. Tinham, para isso, dois motivos: aquecer as vendas no mês de junho, tradicionalmente fraco nesse aspecto, e aproveitar a proximidade do dia 13, festa do santo casamenteiro. O sucesso não foi imediato. Como o apelo foi completamente comercial, passaram-se ainda muitos anos até que a data se tornasse sinônimo de romantismo e, é claro, de consumo "não preconceituoso".
Atualmente o Dia dos Namorados é a terceira melhor data comemorativa para o comércio somente ficando atrás do Natal e do Dia das Mães.


O dia dos namorados no mundo

Com o tempo, o dia 14 de Fevereiro ficou marcado como a data de troca de mensagens amorosas entre namorados, sobretudo em Inglaterra e na França – e, mais tarde, nos Estados Unidos. Neste último país, onde a tradição está mais institucionalizada, os cartões de S. Valentim já eram comercializadas no início do século XIX.
o Japão existem dois dias dos namorados. O primeiro é 14 de fevereiro, quando as mulheres dão presentes e chocolates para amigos, namorados e afins. E no dia 14 de março é a vez dos homens retribuírem o presente.

Curiosidades
Ainda que de origem estrangeira, algumas frases de declaração de amor, como "I love you" , "Be my valentine!", "Be mine!", "From my heart to yours!" e "Every day with you is Valentine’s Day for me!" se tornaram internacionais e são extremamente utilizadas também em nosso dia dos namorados.

Santo Antônio
Essa estória já é mais divertida, e é mais a nossa  cara. Contam os antigos que uma moça bonita e solitária estava à procura de um namorado e dirigia suas preces a Santo Antônio. O tempo foi passando e ela continuava só. Um dia ao olhar-se no espelho, reparou que o tempo também passava para ela e o Santo não escutava suas preces. Num gesto de raiva e desilusão, pegou a estatueta do Santo e jogou-a pela janela. O objeto caiu na cabeça de um jovem rapaz que passava pela rua, e desmaiou. A moça escutando os gritos desceu para ver o que tinha acontecido. Quando percebeu que sua imagem havia acertado o pobre rapaz, deu os primeiros cuidados a ele. Este ao abrir os olhos e vê-la, apaixonou-se perdidamente. Acabaram se casando, esperamos nós, viveram felizes para sempre.

 

www.boasideias.com.br/negocios/sazonais/diadosnamorados

 

  

Eu já não tenho com quem comemorar esta data (aliás, já não tinha há muito mais tempo antes mesmo do rompimento), mas espero que você, se o tiver, faça um bom proveito dela e faça deste dia memorável. Dizem que o amor é um plantinha frágil que deve ser cultivada com carinho, diariamente, cuidada sempre, então não fique aí dando mole que acha que só porque tá junto agora ou porque tá junto há muito tempo, que a coisa tá garantida! Nada é garantido e quanto mais tempo juntos vocês tiverem, mais delicada a plantinha se torna… nem sempre o tempo fortifica as raízes.