५हჱ«══╬PATriciatu╬══»५हჱ

Só mais um site WordPress.com

Mais links :) 28 de agosto de 2005

Filed under: Computadores e a Internet — patkovacs @ 19:37
Anúncios
 

O melhor das COMÉDIAS DA VIDA PRIVADA 27 de agosto de 2005

Filed under: Livros — patkovacs @ 18:54
 Do impagável Luiz Fernando Ver!ssimo, que dispensa demais apresentações
 
São 87 contos, destes 35 inéditos. Luiz Fernando Ver!ssimo dá um show em simplicidade e originalidade. Seus contos não tem início, nem fim, são apenas alguns flash do cotidiano pra lá de besta de pessoas como você ou eu. Alguns contos são apenas meia dúzia de diálogos, quase algo non-sense, que você pára e pensa: putz, por que eu não faço algo assim? É tão simplório, mas tão bacana!
 
Uns curtas the flash:
 
No elevador
Conto erótico. "Lambo você todinha", disse o homem no ouvido da mulher, no elevador. A mulher firme. Silêncio. No décimo andar, o homem falou de novo: "Lambo… Palavra engraçada, né?"
Nunca tinha se dado conta. Está bem, mais ou menos erótico.
 
Nervinho
Aquela conversa de travesseiro, "Quem é o meu quindinzinho?". "Sou eu". "Quem é a minha roim-roim-roim?" "Sou eu", e ele inventou de dizer que jamais se separariam e que ele seria, para ela, como aquele nervinho da carne que fica preso entre os dentes, e ela disse "Credo, Oswaldo, que mau gosto!", e saiu da cama e depois nunca mais. Acabou por metáfora errada.
 
Saudade
A ilha só não é uma ilha deserta de cartum porque em vez de uma palmeira tem várias. Mas o resto é igual. Os náufragos são dois. Dá para ver o tempo que estão na ilha pelo comprimento das suas barbas, e as barbas batem no joelho. Estão falando sobre mulher.
(O que estão falando? Não conto! Compre o livro! Esse conto aqui tem 3 páginas e não vou ficar digitando isso não :P)
 
A parte técnica da coisa:
O livro tem 292 páginas, 87 contos digididos por temas como ‘fidelidades & infidelidades’, ‘encontros & desencontros’, ‘eles e/ou elas’, ‘família’, ‘pais e filhos’, ‘no bar’ e ‘metafísicas’. Lançado recentemente pela editora Objetiva, é uma edição revisada pelo próprio Ver!ssimo e, ao que ME parece, acho que vem aí um segundo volume. Este custou R$ 35, muito bem empregados 🙂
 
Vários livros de Ver!ssimo estão sendo relançados pela Objetiva. Não deixe de conferir.
 
 
 

Cidadela

Filed under: Livros — patkovacs @ 18:05
Vamos voltar à resenha de livros. Tenho montes pra resenhar, mas vamos com calma…
 

Nesta reestréia vamos de ‘CIDADELA’, de Antoine de Saint-Exupéry, considerada a obra máxima do autor de ‘O Pequeno Principe’.

 
Assim como todos os filósofos – e metidos à… – Antoine de Saint-Exupéry é um deles, e que acha que tomou a pílula da verdade do mundo em algum lugar que bebeu demais e acordou alguns dias depois ao lado da puta mais podre que encontrou… Blasfêmia?
 
O livro até começa bem… trata-se de um Rei que tem que governar uma pequena cidade encrustrada e perdida no meio do deserto. Vão se reflexões, filosofadas e outras conversas baratas. Há até o ponto em que o Governante (o próprio Exupéry) desafia Deus a mostrar sua cara em sonhos…
 
Há muitas repetições, o autor dá voltas em círculo diversas e diversas vezes. Sempre retorna ao tema "templo" e "exército" seja lá o que ele ache que signifique isso. Talvez pessoas inteligentes e sensíveis o entendam… eu não. A princípio, até é compreensível, mas com a repetição martelando na sua cabeça, a coisa torna-se exaustiva e enfadonha. Pra mim, o cara fumou alguns e tomou muito chá de cogumelo ¬¬’
 
Não há diálogos, pois, apesar do livro ser cotado como um romance, não é uma história narrativa. Aliás, Cidadela está mais para anotações de alguém solitário e entediado com o mundo, vivendo dentro de seu arrogante umbigo com seu arrogante ar blasé, do que qualquer outra coisa. Mas algo é bom! Graças a Deus que Exupéry morreu na guerra e não finalizou essa obra, pq ele pretendia dedicar mais uns 10 anos encima dela!!
 
Bem ou mal, separei umas frases ditas no livro que achei original. Como um todo, na minha reles opinião, é um lixo, coisa de quem tem o rei na barriga e se acha o senhor da verdade e mistério do mundo. Mas umas tiradas são bem legais e dá até para usar de lema em alguma coisa…
 
"Amar-me é, antes do mais, colaborar comigo."
 
"O que importa é ir para e não ter chegado, porque jamais se chega a alguma parte a não ser na morte."
 
"O certo é que só se pode viver daquilo que pode fazer morrer. E o que recusa a morte recusa a vida."
 
"Quando as verdades são evidentes e absolutamente contraditórias, o que tens a fazer é mudar de linguagem."
 
"O raio feriu-te no coração, mas o coração estava pronto para o raio."
 
"A tua alma alimenta-se do sentido das coisas e não das coisas."
 
A parte técnica do livro:
 
Título original: CITADELLE. Publicada originalmente em 1948, quatro anos após o desaparecimento de Exupéry na guerra, em pleno vôo. Publicado pela editora Editions Gallimard, na França. O livro tem 518 páginas e 219 capítulos.
 
Orelha:
 
"Cidadela, de Antoine de Saint-Exupéry, herói quase legendário da segunda guerra mundial, "um dos homens transcedentais do seu século", na expressão do biógrafo Marcel Migeo, é das obras mais valiosas do após-guerra, intemporal e íntima ao mesmo tempo. Publicada pela primeira vez em 1948, quatro anos após o desaparecimento do autor, ela nos oferece a suma de todos os temas exuperianos. Meditação de ressonâncias bíblicas, é o "livro de sua vida".
 
Saint-Exupéry na juventude foi um excelente estudioso de filosofia. Anotava em pequenos cadernos os seus pensamentos, as suas observações. Onde quer que estivesse, ia enchendo as páginas destes com a sua escrita por vezes indecifrável (nem os intelectuais ententem ¬¬...), e os guardava numa mala de couro que levava consigo sempre que se deslocava. Pouco antes do trágico acontecimento, ocorrido na manhã de 31 de julho de 1942, Saint-Exupéry pediu a seu chefe e amigo, o coronel Gavoille, que, caso não voltasse de uma das perigosas missões que tinha então a realizar, entregasse o seu espólio ao Dr Georges Pélissier, em casa de quem se alojara durante sua estada em Argel de agosto de 1943 ao mês de maio do ano seguinte. A 10 de agosto de 1944, duas semanas após a morte do escritor-aviador, Gavoille atendeu ao pedido do ex-camarada. Entre outros pertences de menor valor, encontram-se anotações, desenhos e os manuscritos de Cidadela.
 
Saint-Exupéry começou a trabalhar nesta obra em 1936. "Estou escrevendo um poema", disse um dia a Pélissier. Continuou a redigi-lo nos anos que passou nos Estados Unidos. Em 1943, o original contava com 915 páginas datilografadas. E era pensamento do autor dedicar-lhe mais dez anos no trabalho. A Galloz, um amigo, confidenciou: "Em comparação com essa obra, todos os meus livros não passam de exercícios."
 
Autor dos conhecidos ‘Terra dos homens’, ‘Piloto de guerra’, ‘Correio do sul’, ‘Vôo noturno’ e ‘O pequeno príncipe’, Saint-Exupéry, o homem, o escritor, o filósofo, viveu intensamente sua vida. Sua obra deixa evidente uma experiência humana profunda e inquieta, na qual a solidão, o silêncio, as imagens do deserto, o problema do tédio e da morte, do prazer e da liberdade, do "sentido da vida", são os temas constantes. Embora tenha perdido a fé ainda na infência, Cidadela é, para muitos críticos, a obra de um escritor que procura Deus. Grande aventura literária, filosófica e humana, revestida por uma luz inefável de poesia, este livro é também uma pesquisa comovente de um novo conceito de civilização, edificada no coração dos homens, e voltada para o futuro."
 
Eu acredito que para tudo há idade certa para se viver… quem sabe daqui há uns 10 anos eu não veja Cidadela de forma mais ampla e enxergue o que ela quer passar? Mas, por ora….
 
  

 

Links de Sites Mui Legais :) 26 de agosto de 2005

Filed under: Computadores e a Internet — patkovacs @ 6:09
Vou encher isso aqui de imagem XD
 
 

http://www.radiomaru.com/

 

 

http://adhousebooks.com/

 

 

http://www.lowbright.com/

 

 

http://andyrunton.com/

 

 

http://comics.212.net/

 

 

Depois continuo! A carruagem virou abóbora

 

Completa! 23 de agosto de 2005

Filed under: Livros — patkovacs @ 6:05
Coleção completada!!!
AAAAAAAAAAAAAAAEEEEEEEEEEEEEEEHHHHHHHHHHHHHH
*\/*
Desenho & Pintura – Tinta e Carvão – comprado!!!!!!!!!!!!!!
Ontem à noite 😀
 

Algo de Bom: LIVROS!! 21 de agosto de 2005

Filed under: Livros — patkovacs @ 14:28
Nessa ferinha de livros intinerante, que se instala por um curto período em cada bairro da Cidade, é possível encontrar bons e/ou interessantes livros até mesmo por R$0,50! Também é possível encontrar livros novos, lacrados, recém-lançados, à preços inferiores que se encontra em Livrarias.
 
Comprei alguns muitos livros, não lançamentos, nem todos zero km, mas em bom estado e a ótimos preços! Foi o caso dos livros da coleção ‘Desenhe & Pinte’, que há anos venho buscando para completar a minha coleção – que contava apenas com 3 míseros livros ¬¬’. Quase completa a coleção, apenas me falta o "Desenhe & Pinte – Tinta e CArvão", que talvez eu adquira esta semana ainda. Cada livro saiu a R$ 5,00, que acho que foi muito bem aplicados.
 
Outro livro que comprei foi ‘Harry Potter e a Pedra Filosofal’, o primeiro livro da série do menino bruxo. O livro é zero km e me custou o ridículo de R$ 12,00 (aliás, R$ 10, como desconto pelos livros ‘Desenhe & Pinte’ que levei junto + um outro livro da banca de R$ 2 que saiu de grátis =])
 
Outros livros que adquiri, em outra ocasião, foram todos de banca de R$ 1, alguns completamente novos, zerados, e comprei mais como fonte de arquivo de consulta para algum trabalho que venha fazer em desenho. É o caso do Guia de Botequins do Rio, um belo catálogo com belas fotos em P/B, ótimas referências para quadrinhos e/ou ilustras. No mesmo balaio foi ‘Coreografia de uma década’, um catálogo belíssimo da RioArte sobre teatro e dança, ricamente ilustrado com fotos também em P/B e muitas descrições.
 
Outros livros semi-novos (da banca de 1 conto), ainda não sei se valem, mas aparentemente, sim! Tão bem bonitinhos e parecem msm que jamais foram sequer folheados… são eles, os felizes que viveram na minha estante cheia de cupim, dentro de um saco plástico:
 
‘As minhas asas’, coletânea de contos de Alcides Brandão de Mendonça Lima. Não sei quem é o autor, mas a sinópse do livro me interessou – e suas 340 páginas tb!
 
‘O Nariz & outras crônicas’, coletânea de contos curtos de Luíz Fernando Veríssimo… não precisa se ler pra se saber que é bom =]
 
‘O Esqueleto – mistério da Casa de Bragança’, de Victor Leal, que nada menos é que um alter ego de Aluíso de Azevedo, Olavo Bilac, Pardal Mallet e Coelho Neto! Com ilustrações de Angelo Agostine (o ‘pai’ dos quadrinhos no Brasil), ‘O Esqueleto…’ é uma coletânea de folhetins publicados no início do século XX na Gazeta de Notícias.
 
‘Novelas Exemplares’, de Miguel de Cervantes Saavedra. Sim, é ele mesmo, o autor de Dom Quixote de La Mancha. Esse livro, em capa dura carmesim e detalhes dourados, poderia estar num museu de velha que tá (edição de 1970 pela Abril Cultural), mas, incrivelmente, muito bem conservada (apenas o amarelado inevitável do papel).
 
Há outros livros, alguns que ganhei no início do mês (que farei resenhas aqui, mais tarde) e mais alguns livros que li nessas minhas andaças diárias de trem (que também farei alguma resenha, mas depois). Então aguarde até o próximo post sobre livros que, certamente, esses vão entrar. Na fila estão ‘Cidadela’, de Saint-Exupéry; ‘Comédia da Vida Privada’, de Veríssimo; ‘Notas de um velho safado’, de Bukowski; ‘Divina Comédia’ (terminar a resenha de Inferno e partir pro Purgatório e Paraíso) de Alighieri; e ‘Histórias Extraordinárias’, de Allan Poe (em nova edição e tradução de Clarice Linspector).
 
Preciso me organizar muito bem para resenhar, senão tudo, ao menos os mais interessantes que eu já li.
 

Quinta-feira foi dia de palestra

Filed under: Chatiação — patkovacs @ 13:43
Na quinta passada (dia 18) saí do trampo na Tijuca e trilhei até o Centro, rumo à Estácio de Sá da Presidente Vargas, para me entediar com duas palestras que os boçais da firma acharam que era interessante assistir (desde que me negaram a oportunidade de fazer um nível superior em restauração em tela, que meu crédito com eles foi expiado. Desse mato não sai coelho…).
 
A palestra foi com duas figuras ligadas à restauração e conservação de obras e artes. O primeiro paletrante foi um legítimo italiano importado, o Prof Mario Lepore, economista e professor da Universidade de Florença. A paletra, toda em italiano, com tradução não simultânea meia-boca para o português, foi sobre ‘Gestão e valorização de bens culturais na atualidade’. O segundo paletrante foi um professor da própria Estácio, com uma frustrada investida cômica durante seu palavrório; tratava-se de Lauro Henrique Alves Pinto, mestre em Gestor Cultural pela Universidade de Barcelona, mas professor da… já falei isso! O tema foi: ‘A Europa e a América (EUA): duas visões de marketing cultural’.
 
Resumo da ópera, digo, da paletra:
 
Peguei a primeira paletra da metade para o final (e se excedeu em 1h!) e a segunda do início até a metade. Saí de lá pela 20:30h, por causa de 10 segundos perdi o último trem rápido e tive que esperar um parador sair às 21:30! Cheguei em casa mais de 22:30h, minha mãe tava me esperando na estação e as ruas estavam quase desertas. A sorte é que o trem ainda vem cheio nesse horário, senão, não sei não…
 
Resumo final:
 
Não me acrescentou em nada. Não assimilei nada. Foi só um falafório que dar sono (até Mayume, restauradora formada em Museologia, abandonou a palestra no meio!). Perdi um belo tempo a toa. Perdi grana de uma passagem a toa. Mas… mesmo assim recebi um certificado de participação, inclusive da primeira palestra, que sequer assisti 70%… Mas, neste mundo mUdÉrnU, são papéis que valem, não é? Papéis deterioráveis, perecíveis que contam como prova de indoneidade, sabedoria, inteligência, superioridade… então, por causa de um papelzinho tamanho 15X20, serei melhor que muitos que não tem tal papelzinho.
 
Nada a ver o comentário. É só pra encher lingüiça mesmo. É que tô puta com umas escrotisses que insistem em me encher o saco – afinal, escroto e saco têm tudo a ver, não é?